Dito e feito: Filme de Michael ficará mais tempo em cartaz!

Ontem à noite postei minhas impressões sobre o filme “This is it”; disse que o dinheiro falaria mais alto e o marketing “Apenas 2 semanas em cartaz” não iria se manter. Dito e feito, e a Sony Pictures já confirmou a prolongação. Bom para todos, que tem mais tempo para ver o filme!


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This is it!

Ontem fui assistir o tão comentado “This is it”, filme que mostra cenas dos ensaios e da produção do que seria a última turnê do rei do pop Michael Jackson.

O filme de Kenny Ortega mostra aos fãs o que era esse gênio da música criando. This is it mostra cenas de Michael vivo, inteiro, saudável, como há muito não víamos, criando, dançando e cantando.

Temos a oportunidade de ver os bastidores de um show fantástico, cheio de novidades, de fogos de artifício e fogo dançante no palco até remakes que seriam apresentados em um telão gigantesco, como Thriller e Smooth Criminal.

Ver Michael Jackson daquele jeito é emocionante por si só. Somados a isso, o filme é bem produzido, e tem tomadas em alta resolução fantásticas, além de uma excelente qualidade de som. Assisti-lo na sala Imax foi uma experiência e tanto. Só não me perguntem por quê estavam filmando ENSAIOS com uma cara, pesada e complexa câmera de IMAX. (??)

O filme ficará em cartaz por apenas 2 semanas, uma esquisita eficaz jogada de marketing. Em 1 dia, o filme rendeu 20 milhões de Obamas (35 milhões de Lulinhas). Como o dinheiro fala mais alto que tudo, não estranharia se estendessem o prazo por mais algum tempo. Um DVD também é provável, além de bem vindo.

Particularmente sou muito adepto a teorias da conspiração. A história com Michael Jackson não acaba onde a imprensa e a família quis que acabasse. Existe alguma coisa nas entrelinhas que ainda não ficou claro. E são muitos os fatos curiosos nesse trágico desfecho com o grande Rei do Pop.

Esperanças e desconfianças à parte, deixo mais que recomendado “This is it”. Para quem ainda não viu nem o trailler, aí está a versão legendada em português que passou nos cinemas brasileiros, para sentirem o gostinho!


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Metrô - Desorganização e desrespeito

O transporte público hoje deu uma aula de incompetência e desorganização.

Tudo começou com uma inocente volta para casa, depois de 2 aulas na faculdade. Qual foi a surpresa em esperar mais de 30 minutos pelo ônibus que não chega? Encontrei um amigo, desisti, e fomos de metrô.

Excelente idéia, não fosse pelo cidadão que — acidentamente ou não,— caiu na linha do metrô, na estação Anhangabaú. Os dois sentidos da linha vermelha (Corinthians-Itaquera e Barra Funda) estão funcionando na MESMA via, revezando trens.

Surpresa boa: o trem chega rápido, e todos (sim, eram muitos) conseguem entrar. O problema começa a se a proximar, quando a República fica cada vez mais perto. Surpresa ruim: estação abarrotada, cheia de gente que, por força do dia longo no trabalho, esquece a educação fora da estação e força a entrada no trem.

Na próxima estação, Anhangabaú, usuários que entraram conseguiram entrar confirmaram o caso do usuário na via. Não tive nem oportunidade, nem espaço, nem coragem de tentar uma espiada para mais adiante, onde o trem da via contrária encontrava-se parado na metade do percurso. Os relatos de um cara particularmente detalhista já eram mais do que eu e todos os outros precisavam ouvir.

Mas o pior, como Murphy previra, ainda estava por vir. Por pouco, por muito pouco não perco minha mochila, meu relógio, meu braço no vagão. Usuários estavam aos montes em AMBOS os lados da plataforma, lutando bravamente para entrar, enquanto tudo os que estavam dentro queriam era sair.

15 segundos, e um apito maldoso de um maquinista sacana, mal informado ou despreparado soa dentro do trem, informando o fechamento das portas. Eu continuava parado, na mesma posição, gritando para que deixassem eu e as outras pessoas sairem antes de fechar a porta. Era uma situação atípica, e de nada adiantava ir para a próxima estação e voltar, pois desceríamos no mesmo local, no mesmo inferno. Seguraram a porta, e fomos, por fluxo natural da ira das pessoas, saindo do trem, aos trancos.

E enfim, quando saímos, a coisa piorou: funcionários (aos montes) perdidos e sem atitude para auxiliar as pessoas, uma mulher estendida no chão, desmaiada, tamanha a violência do tumulto, senhoras lutando contra jovens mais ágeis e mais fortes, uma grávida correndo. Caos.

Enraivecido, perguntei a um funcionário o porquê da desorganização. Claro, ele disse que estava tudo organizado e que tudo estava funcionando às mil maravilhas, enquanto eles tentavam bravamente salvar a vida do usuário acidentado.

Legal. O plano B da movimentação dos trens funcionou. E bem, obrigado. Os socorros do Metrô também funcionaram, ao que parece. Mas a falta de respeito com o resto dos usuários, o bom censo na estação Sé, a informação, a organização, deixaram a desejar. Cheguei em casa com o peito doendo de tanto empurra-empurra, e com a cabeça zunindo de ver tanta gente mal tratada, de pessoas normais a grávidas e senhoras. A mulher desmaiada largada no chão me chocou, foi o retrato do tratamento do governo com o resto da população, meros mortais trabalhadores.

Afinal de contas, de que adianta ter um plano especial de movimentação dos trens no caso de ter uma linha interditada, mas todo o resto não funciona, não conversa, não se organiza?

O Metrô NÃO está preparado para situações desse tipo, definitivamente. Pagamos pelo transporte público, e pagamos caro. Não dá pra exigir luxo, e longe de mim cobrar isso, mas respeito para com os usuários do transporte é o mínimo que podemos esperar do governo e do Metrô.

E que venha o feriado. Sem ônibus atrasado. Sem Metrô tumultuado.


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Tumblr!

Aqui estamos em mais uma rede social: o Tumblr!

Não me perguntem como se fala isso, porque eu não sei. E sim, esse é um ponto terrível do serviço. É fácil falar “Google”, “Twitter”, “Yahoo”, e alguns viram até verbos (“Googlar”, “Twitar”, etc). Tumblr é difícil de escrever, de falar, dificilmente vai virar verbo, e não é tão “universal”: provalvemente nós, pobres tupiniquins, não somos os únicos a ter problemas com esse maldito nome.

Tirando isso, o serviço parece ser interessante. O Tumblr entra na onda de microblogs, embora não seja tão “micro” assim. Nele podemos postar textos (posts completos, ao invés dos apertados 140 caracteres do passarinho), conversas, citações, imagens, vídeos e algumas coisinhas mais.

Por isso, pode virar uma alternativa para quem precisa, em algum momento, de mais espaço para escrever ou postar mídias. O serviço também conversa legal com o Twitter e com o Facebook, e nas configurações podemos configurar contas nas outras redes para que, opcionalmente, as mensagens postadas aqui sejam repassadas (com link) para as outras.

O Tumblr também é social, com “Follows” e “Unfollows”, e oferece várias opções de personalização para o seu perfil.

Decidi testar o serviço para usá-lo como blog, e integrá-lo ao Twitter, de forma a poder escrever posts e outras coisitas mais por aqui.

Com sorte daqui a um mês consigo descobrir como falar “Tumblr”.


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